sexta-feira, 23 de julho de 2010

Oxente! Um verdadeiro dialeto.

Se é miúdo é pixototinho.
Se é pequeno é cotôco.
Se é alto é galalau.
Se é franzino é xôxo.
Tudo que é bom é massa.
Tudo que é ruim é peba.
Rir dos outros é mangar.
O bobo se chama leso.
E o medroso chama frouxo.
Tá torto é tronxo.
Vai sair diz vou chegar.
Dar a volta é arrodeio.
Se é longe é o fim do mundo.
Dinheiro é bufunfa.
Caba sem dinheiro é liso.
Pernilongo é muriçoca.
Chicote se chama peia.
Quem dá furo é fulêro.
Sujeira de olho é remela ou argueiro.
Gente insistente é pegajosa.
Agonia é aperreio ou gastura.
Meleca se chama catôta.
Gases se chamam bufa.
Catinga de suor é inhaca.
Mancha de pancada é roncha.
Palhaçada é munganga.
Desarrumado é malamanhado.
Pessoa triste é borocoxô.
E então é iapôis.
Pois sim é não concordo.
Pois não é estou as ordens.
Correr atrás de alguém é dar carreira.
Passear é bater perna.
Fofoca é resenha.
Estouro se chama pipôco.
Confusão é rolo.
Travessura é presepada.
Gente complicada é nó cego.
Paquerar é se inxerir.
Distraído é aluado.

Fonte: http://paullorobert.blogspot.com

O Tempo - Razões para rápidos Natais

"O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias ou anos.

Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar : nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar, conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... Nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos,lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.

Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas(você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para mente.

Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados da sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.

A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim). Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.

Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a "acelerar". Pelo menos, assim parecia.

Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual,a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a r-o-t-i-n-a.
Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida,seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos."

Por Aldo Novak

Homenagem a Claudio Damasceno

Quem foi ao Centro de Cultura João Gilberto na noite da última quarta-feira (21) pode conferir o lançamento do documentário e exposição de acervo e fotografias do ator Cláudio Damasceno, falecido há um ano, numa realização da Cia 1º Ato de Teatro, sob a direção de Devilles e Marcos Velasch. Na ocasião, aconteceu ainda a seleção dos 20 novos atores do elenco da Cia e a divulgação do resultado do 5º Workshop de iniciação Teatral.

Uma ano sem Claudio Damasceno

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Dicas de Convivência na Internet

Acompanhe nossas dicas de convivência

Internet

.: Cuidado ao baixar arquivos, eles podem conter vírus, materiais impróprios ou serem ilegais. Anti-vírus e filtros podem ajudar a proteger;
.: Você distribui qualquer foto sua no mural da escola, no ônibus ou na praia? Porque então divulgar na Internet? Pense bem antes de publicar algo. Uma vez na rede, é quase impossível controlar o uso.;
.: Nunca aceite que sites instalem programas em seu computador e não faça download de nada que você não saiba exatamente o que é e de onde vem.;
.: Evite gravar as senhas e login no computador para não facilitar roubos.;
.: Comunique-se com educação. Respeito deve valer em qualquer espaço e com qualquer pessoa, mesmo com aquelas que não conhecemos.;

Redes Sociais

.: Precisamos ser educados e respeitar as pessoas neste espaço público de convivência para que o futuro da Internet não seja de proibições, controles e nem caso de polícia;
.: Ensine que não podemos acreditar em tudo, nem em todos. Como em todos lugares, há pessoas mal intencionadas e mentirosas;
.: Evite colocar endereço, telefone, nome da escola e nome completo;
.: A Internet não é uma terra sem lei ou do "posso tudo e ninguém me acha";
.: Para manter a Internet um espaço livre e legal para conversar com amigos, pesquisar, acessar e divulgar músicas e vídeos precisamos ser Ciber-cidadãos e respeitar os demais quando estamos on-line;
.: Seja educado e cordial também na hora de publicar ou comentar;

Educadores

.: Trabalhe sobre a cordialidade e o respeito nas relações virtuais discutindo sobre as diferenças em relação ao mundo "presencial";

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lançada oficialmente a Fenagri 2010

Foi lançada oficialmente na última terça-feira (20), no Círculo Militar, em Petrolina a 21ª Feira Nacional da Agricultura irrigada (Fenagri). A feira, considerada a maior da América Latina, acontece em anos alternados entre Petrolina e Juazeiro. Em 2009, a 20ª edição da Fenagri aconteceu na cidade baiana. Este ano, a feira volta a acontecer na área do Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, de 28 a 31 deste mês.

Durante o evento, que reuniu várias lideranças políticas, autoridades locais e empresários da região, especialistas do setor destacaram que a produção de frutas do Vale do São Francisco vive novos tempos, ao priorizar o mercado interno.